Wednesday, 26 May 2010
Great expectations
Tuesday, 25 May 2010
Heartless at best
Todo dia eu vejo essas pessoas com todos esses sentimentos pra distribuir. Elas fingem tão bem que são perfeitamente estáveis que quase me fazem desejar ser uma delas. Quase.
Apesar da minha indiferença na maioria das vezes me fazer mais mal do que bem, eu não desfruto dessa necessidade de ter algo pra demonstrar. E pode até ser que eu seja a pior pessoa do mundo por não sentir nada por ninguém, mas pelo menos eu sei que é real quando sinto alguma coisa.
Friday, 14 May 2010
My heart is like a wound
Wednesday, 12 May 2010
Misguided ghosts
Só que na última vez em que eu me apaixonei, eu percebi que não é exatamente necessário usar uma pessoa pra esquecer a outra. Ou talvez eu que já esteja experiente demais nesse assunto a ponto de não me prender tanto nesses pequenos detalhes.
O fato é que de alguma forma os fantasmas de amores passados finalmente resolveram me deixar. Todos eles. E agora eu sinto como se eu fosse a pessoa mais leve do mundo.
Sem mais páginas pra virar. Sem mais círculos pra andar. Fim.
Monday, 3 May 2010
Fireflies
Wednesday, 28 April 2010
Making plans
Acho que o que aconteceu foi que eu me acomodei, como sempre. Antes eu procurava pelo que escrever e agora só espero que as palavras venham até mim. A verdade é que nunca virão, se for ver pelo lado que elas são tão orgulhosas quanto eu.
Mas agora eu estou propondo uma reconciliação: eu volto a procurá-las e elas voltam a vir. Desse jeito todo mundo fica feliz. Exceto pelo editor de textos, que vai ter que dar uma de psicólogo novamente.
Tuesday, 27 April 2010
Lovely
I like boys on swings, and girls on skateboards. I like babies in high chairs. I like pharmaceutical medicine wrappers. I like people in hats with big eyebrows I like people in hats with big eyebrows and big mustaches. I like water caught in spiders webs. I like wearing all my clothes at once. I like people who don’t smile. Ever. And I like people who smile. I like hair that goes on and on. I love food. In some ways I love everything. It’s less than a thing than like. Less distinct. Less particular. I like things that I like, but I love everything. There’s more choice in like. Because even the worst things have things to love in them. I love things so much, I feel like I can float away. My mum understands how to float every day. I don’t understand that so much…I don’t know what you mean about things I hate. I hate shoes. I hate people who change their voices when they say something important. I hate my thighs. I hate war. I hate swimming costumes that cling. I hate dripping taps. But I also sort of love dripping taps…I hate invitations. I hate radiators. I hate this. @Cassie
Monday, 26 April 2010
Such a mess
A questão é que eu acho que já tá mais do que na hora de eu me dar alta desse negócio de pensamentos incompletos. Metade disso aqui não passa de histórias mal inventadas que eu nem sei se vou viver. No começo eu pelo menos tinha um propósito. Agora? Só um registro esporádico.
Friday, 23 April 2010
Let's end this once and for all
E eu também ainda não entendi o que exatamente aconteceu. Vai ver que você passou essas três semanas inventando uma nova vida, isso eu até entendo. Mas eu tenho que te dizer, my dear, que a menos que você nunca tenha sentido nada, em três semanas não se deixa de amar alguém.
Talvez seja mais difícil pra mim dessa vez, porque eu ainda não consegui encontrar um motivo pra não querer sequer pensar no seu nome, mas por outro lado, a verdade é que eu nunca cheguei a te conhecer de forma alguma. Eu presumo que eu ainda vá me referir a você daqui a um ou dois anos, porque você há de convir que o que eu senti dá origem a inúmeros devaneios bem interessantes.
A questão é que eu realmente gostei de você apesar de toda a brincadeira que você nem sabe que foi feita no começo de tudo, mas é engraçado como eu ainda não defini a indiferença que eu sinto agora. Todo aquele amor deve ter sido empurrado pra dentro de alguma caixa em mim, e é estranha a maneira como eu sinto que você nunca existiu.
Talvez eu também nunca tenha sentido nada realmente, e isso até era de se esperar, afinal você é uma criança e eu tenho psicóloga a cada quinzena.
Infelizmente, eu levei meia semana pra te dizer o que eu acho de nós, mas o melhor de tudo é que a parte contável começa exatamente agora. E se eu tive quatro meses pra te ter na minha vida, eu tenho todo o resto dela pra ter mais do que certeza de que você nunca me pertenceu.
Acho que esse é o limite do qual eu te falei, pena que você nunca ouviu.
